A maioria das pessoas costuma tomar/comprar remédio para..., quando na verdade deveria ser: tomar/comprar remédio contra...
Exemplos:
... tomar/comprar remédio contra dor;
... tomar/comprar remédio contra vermes;
... tomar/comprar remédio contra pressão alta; etc.
Da mesma forma quando se referem à roupas ou calçados:
A roupa/o calçado não coube/cabe em mim.; A roupa/o calçado não entrou/entra em mim, quando deveria ser:
Meu corpo não coube/cabe na roupa;
Meu corpo não entrou/entra na roupa;
Meu pé não coube/cabe no calçado (não é necessário calçar os dois pés para saber se o calçado ficou pequeno ou grande por isso o singular da frase).
Nas eleições: Justificar o voto, quando o correto é justificar a ausência. Afinal, o elemento não compareceu à sua seção de votação porque estava ausente do seu domicilio eleitoral.
O que do meu ponto de vista é ainda pior, por se tratar de pessoas teoricamente cultas (sendo que nos casos citados acima, muitos dos que cito abaixo cometem também os mesmos erros).
Repórteres, jornalistas e apresentadores de noticiários dizem, quando dão alguma noticia sobre vítima de alguma enfermidade e que está sendo operada, de algum acidente ou de "bala perdida"*: " ele/ela não corre risco de vida"; quando o correto é: não corre risco de morte.
* Bala perdida é outra expressão que me intriga. Que me desculpem as vítimas, mas como a bala é perdida se foi encontrada no corpo da pessoa que foi atingida?
Bom domingo,
ResponderExcluirEssa semana fui ao dentista, no caso à dentista, pois se trata do gênero feminino. Depois de burilar à vontade em minha boca, ela me receitou um enxaguardor bucal PARA gengivite, inflamação na gengiva. Não deu outra. Logo que iniciei o uso do medicamento, minhas gengivas inflamaram. Só diminuíram as dores e os inchaços quando abandonei o uso do tal líquido. Vendo essa sua postagem, entendi: ela queria que eu tivesse uma
gengivite. Só não sei por quê, mas indagarei a ela quando retornar na ter-feira.
Boa semana.