segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

É o outro - é para o outro


Sempre que me deparo com situações em que as pessoas não assumem responsabilidades em realizar determinadas tarefas, por não serem sua atribuição (pelo menos usam esta desculpa e muitas das vezes ou são, mesmo que moralmente ou não lhes custaria nada fazê-las), lembro-me do texto que segue:

QUEM É QUEM

Numa determinada empresa havia quatro funcionários chamados: Todo Mundo, Alguém, Qualquer Um e Ninguém.

Havia um importante trabalho a ser feito e Todo Mundo estava certo de que Alguém o faria. Qualquer Um poderia tê-lo feito, mas Ninguém o fez... Alguém ficou zangado com isso, pois era um trabalho de Todo Mundo. Todo Mundo pensou que Qualquer Um poderia fazê-lo, mas Ninguém imaginou que Todo Mundo não o faria.
A história termina com Todo Mundo culpando Alguém quando realmente Ninguém poderia responsabilizar Qualquer Um.

(Autor desconhecido)

Um comentário:

  1. Enquanto todo mundo quer atribuir tarefas a qualquer um, há pessoas que acham que podem realizar tudo sozinho/a. São as incoerências que assolam a humanidade ou a desumanidade. Valeu a postagem.

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